E como dito no post anterior, cá
estamos nós a reconstruir a porta que estava escondida por pladures há anos.
Mas que disparate esconderem uma porta alta e majestosa para criarem uma porta
de plaquet, ôca, baixa e sem piada nenhuma. As aduelas já foram criadas como
podem ver em baixo. Muito trabalhinho, mas tudo a ficar bonitinho. Aproveitamos
a estrutra (estrutura em gaiola) já
existente e que estava escondida e depois foi só colocar as aduelas de madeira
que vão suportar a porta. A porta, essa, nem sabemos por onde anda, mas nós
vamos conseguir uma igual. Ai se vamos... Mas fiquem já com um “cheirinho” do
que fizemos nas aduelas com madeiras novas que se identificam na perfeição nas
imagens. Nada disto existia, mas nasceu nas nossas mãos.
- ...é com certeza uma casa portuguesa!
- Antes… Um velho apartamento, antigo, cheio de memórias, mas esquecido, abafado, com os seus belos tectos descurados, paredes feridas, portadas cerradas, onde reinava a escuridão, soalhos de madeira desgastados, pisados pelo tempo, um tempo que foi passando, enquanto toda aquela beleza de um lar, ali estava em agonia, sufocada e condenada ao esquecimento, de dia para dia. Depois… Duas pessoas, à procura de um canto para reconstruir, para viver, decorar com o seu toque pessoal, com glamour, onde imperassem os pormenores vintage, art nouveau, déco, entre outros detalhes derivados de duas fortes personalidades. A cada dia, um desabrochar de novidades, de ideias, de momentos erguidos, de descobertas, de gostos glamorosos, um pequeno mundo, dentro de outro mundo. Um apartamento que ganhou vida aos poucos enriquecido de importantese significativas características pessoais.
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